O erro que só aparece com dez mil cópias na mão
Santinho é a peça que menos perdoa. Ele é impresso em milhares de unidades de uma vez, e qualquer coisa errada — número trocado, dado obrigatório faltando, foto com resolução baixa — só aparece quando a caixa chega.
Reimprimir custa o valor inteiro de novo, e o prazo que sobrou já não é o mesmo.
Por isso a conferência acontece antes: número, coligação, dados exigidos pela legislação eleitoral e resolução da imagem passam por revisão com a arte fechada, não com o arquivo aberto.
Formato e papel
O padrão de mercado é 7×10 cm — tamanho que cabe na mão, no bolso e na caixa de distribuição. Papel couché a partir de 90 g é o mais usado; gramaturas maiores dão mais corpo e custam mais.
Quanto maior a tiragem, menor o custo por unidade. A conta muda bastante entre cinco e cinquenta mil, e vale simular antes de fechar.
A arte é cobrada à parte, e isso é proposital
O valor da impressão e o valor da criação são separados na proposta. Embutir a arte no preço do papel faria parecer que o desenho é de graça — e ele é o que separa um santinho que se guarda de um que vira lixo na calçada.
Se você já tem a arte fechada e aprovada, paga só a impressão.
Não só santinho
A mesma identidade se estende para o resto do material de rua: adesivo de carro, bandeira, faixa, wind banner, cartaz, ímã e camiseta de equipe. Fazer tudo junto sai mais barato e evita a campanha com cinco versões do mesmo rosto.
Perguntas frequentes
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- Material de campanha eleitoralDo santinho ao post: uma identidade só, aplicada em tudo, para o eleitor reconhecer você antes de ler o nome.
- Checklist de materiais de campanhaO que precisa estar pronto, em que ordem — e o que sempre fica para a última semana quando ninguém faz a lista antes.
- Agência de marketing políticoCampanha inteira em um fornecedor só — e você acompanha cada etapa da produção sem precisar cobrar ninguém.